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Bursite do Ombro ou Síndrome do Impacto

 

 

A Síndrome do Impacto, popularmente conhecida por bursite do ombro, pode ser definida como o choque entre dois ossos comprimindo um dos tendões do ombro e  ocorre durante o movimento de elevação do braço. Ela é mais comum após os 40 anos de idade e está associada a profissionais que utilizam, durante um período longo, o membro superior acima da linha do ombro, como os professores e os eletricistas.

 

Na sua fase inicial o paciente refere dor no ombro durante as atividades físicas. Se não for tratada, essa dor começa a aumentar podendo irradiar para o meio do braço, inclusive durante o período de repouso. Muitos pacientes queixam-se da piora da dor à noite e referem dificuldade para dormir.

 

Se não for tratado, o choque contínuo destes dois ossos vai levar a rotura dos tendões, principalmente do chamado supra-espinhal. Nesse caso teremos então o que chamamos de “Lesão do Manguito Rotador”, pois o conjunto de tendões que fecham a articulação do ombro chama-se manguito rotador.

 

O diagnóstico destas lesões é realizado inicialmente pela história do paciente associado ao exame clínico. A confirmação ocorre através de exames de imagem: radiografias, para verificar a anatomia óssea e uma ressonância magnética. Neste exame é possível enxergar a lesão, seu tamanho, o número de tendões acometidos, a degeneração muscular e com isso traçar um planejamento do tratamento, orientando o paciente quanto ao seu prognóstico.

 

Para a síndrome do impacto assim como para algumas lesões parciais do manguito rotador, o tratamento de escolha é a fisioterapia, que resolve cerca de 80% dos casos. Para as lesões completas do manguito e aqueles casos resistentes ao tratamento conservador, a solução é cirúrgica. Atualmente a escolha ideal é a artroscopia, que assim como a laparoscopia é uma operação realizada por pequenos orifícios na pele, ou seja, sem cortes mais profundos. Através da artroscopia é possível ressecar as proeminências (esporões) ósseas e reparar (suturar) as lesões dos tendões do manguito de um modo seguro com um índice de complicações menor que a cirurgia aberta. O pós operatório requer um repouso relativo com o braço preso a uma tipóia durante um tempo médio de 6 semanas.Os resultados encontrados com esta cirurgia são muito bons em aproximadamente 94% dos casos.

 
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